Redescobrindo Portugal (Lisboa, Sintra e Aveiro)

O post de hoje é sobre Portugal. Como muitos de vocês já sabem, Portugal não é meu destino favorito de viagem. Mesmo tendo uma forte ligação com o país (sou descendente e tenho dupla cidadania portuguesa), não consigo me empolgar com o destino como me entusiamo com outros locais. Mas dessa vez fui a Portugal por uma causa nobre, pois participaria em Aveiro de um evento no qual concorreria a uma premiação científica. Mesmo assim, comecei minha jornada em Lisboa. Fui à Lisboa de avião saindo do Aeroporto de Guarulhos em São Paulo. Dessa vez optei pela TAP, mas não achei a companhia tão boa como muita gente comenta. As refeições oferecidas foram mais ou menos e as aeronaves eram meio antigas. Além disso, passei um mini-perregue com a greve dos pilotos da empresa que começou no dia 1º de Maio. Achei que não fosse voltar para casa tão cedo. O aeroporto de Lisboa (Portela) é razoável e aos poucos tem sido modernizado, mas eu fiquei particularmente empolgada ao ver que ele é interligado ao centro da cidade por uma linha de metrô super prática e muito barata (€ 1,40 para quem já tem o cartão de transporte). Fica a dica!

Desta vez não vou contar minha jornada pelos dias, como costumo fazer nos passeios mais longos. Vou conta-la pelas cidades que eu passei. Ahhh! E se preparem, pois para variar escrevi demais! Mas também coloquei muitas fotos para deixar o post mais leve e interessante.

LISBOA – Já estive muitas vezes em Lisboa. Na verdade, não consigo nem contar quantas vezes visitei a cidade, mas toda vez que volto a um destino, tento conhecer lugares que ainda não havia visitado. Mas antes de falar dos atrativos em si, gostaria de comentar sobre os meios de hospedagem que eu escolhi para essa viagem. Em Lisboa, não me hospedei apenas em um lugar, mas em dois. O primeiro foi à realização de um sonho; fiquei hospedada no Pestana Palace Hotel. Instalado no lindíssimo Palácio Valle Flor, na região de Alto de Santo Amaro, este palacete com fortes influências francesas construído no início do século XX pelo marquês de Valle Flor é realmente maravilhoso. Além da linda estrutura e das várias opções de lazer (piscina outdoor, piscina indoor aquecida, jacuzzi, sauna seca e úmida, academia, spa), o que mais me chamou a atenção foi a amabilidade e prestatividade dos colaboradores. Pestana me impressionando sempre! 😉 Minha única crítica é que o hotel está meio fora do circuito turístico de Lisboa, então o hóspede fica na dependência de táxis e bondes. É uma boa opção para aquelas pessoas que estão procurando tranquilidade. Deem uma olhada em algumas fotos do empreendimento.

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Já o segundo hotel escolhido foi o H10 Duque de Loulé. Pertencente à rede hoteleira espanhola H10, este hotel recém-inaugurado está situado no coração de Lisboa, a uma quadra da Praça Marquês de Pombal. É um hotel instalado em um casarão do século XVIII que une o tradicional estilo português com seus azulejos policromáticos às facilidades modernas e funcionais. O hotel é lindíssimo e charmosíssimos. Fiquei completamente apaixonada! Seguem algumas fotos para que vocês o conheçam.

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Mas vamos ao que interessa… O primeiro atrativo que visitei foi o Castelo de São Jorge. Na verdade, já havia tentado conhecer o Castelo algumas vezes, mas por razões diversas, ainda não tinha conseguido essa façanha. É um atrativo que pode ser visto de qualquer ponto da cidade. A fortificação, construída durante o domínio mouro em meados do século XI, tem uma trajetória rica e papel significativo na história portuguesa. Serviu como paço real pelos reis de Portugal no século XIII, local de aclamação dos reis ao longo dos séculos XIV, XV e XVI, e adquiriu propósitos militares no século XIX. Mesmo que o atrativo tenha um grande apelo histórico e ofereça as mais lindas vistas panorâmicas de Lisboa, não tem muito que fazer por lá. Para os interessados, o ingresso custa € 8,50. Deem uma olhada na charmosa vista de Lisboa e de uma das edificações do Castelo.

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O próximo atrativo é um daqueles locais que você descobre por acaso. Eu estava andando pela parte alta da cidade e vi um grupo de turistas estrangeiros entrando em uma igreja. Como sou louca por uma igreja, juntei-me ao grupo e eis que conheço a Igreja de São Roque. Esta igreja do século XVI possui lindíssimos altares laterais em estilo barroco e maneirista. Não sei nem como explicar a beleza do lugar, fiquei sem palavras. É sem dúvida uma das igrejas mais bonitas que eu já vi na minha vida, e olha que eu já visitei muitas igrejas nesta minha vida! O local conta ainda com um museu, mas não o visitei. Segue abaixo uma foto da nave central do atrativo.

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Minha próxima parada foi no Palácio Nacional de Queluz.  Localizado na cidade de Queluz, a 18 minutos de trem do centro de Lisboa, este palácio foi construído no século XVIII, inicialmente planejado para ser a residência de verão da família real portuguesa. É conhecido como a “Versalles portuguesa” (com suas devidas proporções, claro!). É um lindo palácio que mistura diferentes estilos como o rebuscado rococó, o barroco e o neoclássico; entretanto, para mim, o cômodo mais enigmático do atrativo é o quarto Dom Quixote, pois é onde D. Pedro I do Brasil nasceu e veio a falecer (ando numa fase meio aficionada pela família real brasileira). O lugar é lindo, inclusive os jardins, que são de inspiração claramente francesa, e mostra toda a exuberância de um paço imperial. Adorei a visita! O ingresso custa € 10 e para chegar ao Palácio foi muito fácil. Peguei o comboio (trem) na Estação do Rossio em direção à Sintra. Parei no ponto Queluz-Belas e andei uns 15/20 minutos passando pelo centro da cidade. Há várias placas de indicação. Ahhh! O valor do trajeto de trem custa apenas € 3,10 (ida e volta). Recomendadíssimo! Deem uma olhada no local; a terceira foto é do quarto Dom Quixote.

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Portugal é conhecida por seus doces e como fã das iguarias portuguesas, não poderia deixar de falar delas. Meu doce português favorito é sem sombra de dúvidas o Pastel de Nata, mas nunca tinha ido a Pastéis de Belém, uma “fábrica de pastéis” portuguesa localizada ao lado do Mosteiro dos Jerônimos. Esta confeitaria é especial, pois foi inaugurada em 1837 e é a única a oferecer o verdadeiro Pastel de Belém, receita centenária obtida diretamente dos monges do mosteiro. O local é simples, mas bem tradicional. Vive lotado (eu o visitei no horário do jantar e estava bem mais calmo), é meio confuso, atendimento impessoal, mas é aquele tipo de atrativo que deve ser visitado. Devo admitir que eu já comi pastéis de nata mais saborosos, mas gostei de ter experimentado o original. Atenção! Se estiverem com muita fome, não olhem as fotos a seguir.

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Outro lugar super tradicional que eu visitei nesta viagem foi a Confeitaria Nacional. Inaugurada em 1829 e localizada próxima ao Teatro Nacional, ela também oferece os tradicionais doces portugueses. Fiquei feliz de estar em um local histórico, mas não gostei de nenhum dos doces que eu provei. O Pastel de Nata e o Doce de Ovo com cereja tinham gosto de velho. Fiquei decepcionada!

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Mesmo visitando lugares novos, não poderia deixar de passar pelos pontos mais tradicionais da cidade como a Praça do Comércio, o Elevador Santa Justa, a Praça do Rossio, a Praça Restauradores, a charmosa Avenida da Liberdade, a Praça Marquês de Pombal e o Bairro Alto. Segue abaixo algumas fotos da linda Praça do Comércio, do Teatro Nacional e da Praça Marquês de Pombal.

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Sintra – É uma vila portuguesa a 27 quilômetros de Lisboa. Conhecida por ter sido o refúgio da nobreza e da aristocracia europeia nos séculos XVIII, XIX e começo do XX, o destino possui um grande número de castelos e palacetes que o torna singular. Além disso, sua paisagem cultural é tombada como Patrimônio Mundial da UNESCO. A vila é realmente graciosa; em alguns momentos, passa a sensação de estarmos em um vilarejo francês, já em outros, na região do Rio Reno na Alemanha, mas a verdade é que estamos em território português. Há várias empresas turísticas que oferecem passeios à Sintra, muitos deles passando ainda por Estoril e Cascais, mas quis fazer este passeio por conta própria e explorar a cidade à minha maneira.

Chegar a Sintra é muito fácil. Os comboios (trens) saem da Estação do Rossio a cada 20 minutos. O trajeto dura em torno de 40 minutos e custa apenas € 4,80 (ida e volta). Cheguei à cidade no meio da manhã, com um tempo feio e frio e fui direto ao Palácio Nacional de Sintra, o mais antigo palácio de Portugal. As primeiras estruturas do local datam do período de ocupação moura na região, mas o Palácio só toma a forma como vemos hoje a partir do século XV. É um palácio medieval, com muitos azulejos de inspiração moura e mobiliário peculiar. Interessante! O espaço que mais me chamou a atenção foi a Sala dos Brasões, decorada com uma linda cúpula dourada e por azulejos típicos portugueses. O único ponto que me incomodou é que eu achei o palácio muito úmido e frio. Nada bom para os monarcas que precisavam enfrentar o severo inverno europeu na Idade Média. Mesmo assim, acho que é uma visita obrigatória! Para os curiosos, a entrada custa € 10. Deem uma olhada na fachada e no interior do atrativo.

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De lá fui à Quinta da Regaleira, um palácio em estilo neomanuelino usado como residência de verão da Baronesa da Regaleira. O palácio é realmente estonteante e as salas são de um luxo sem tamanho. Mesmo que o andar térreo conserve parte da arquitetura e decoração original, é uma pena não haver mais nenhum mobiliário no local e os demais andares estarem completamente descaracterizados. A Quinta conta ainda com capela, bosque e cavalaria. O ingresso custa € 6,00.

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Também passei pelo Palácio Seteais, que hoje é um hotel da rede portuguesa Tivoli.

Voltando ao centro da cidade, comi uns “pastéis de bacalhau” (são os nossos tradicionais bolinhos) e peguei o ônibus turístico 434 em direção ao Castelo dos Mouros. O Castelo é uma fortificação do século X construído durante a ocupação moura na Península Ibérica, mas que sofreu várias intervenções com o passar dos séculos. Fica no pé da Serra de Sintra e por essa razão tem uma vista privilegiada de toda a região, até mesmo do Castelo Nacional da Pena. Para ser sincera, é aquele atrativo que não tem muito que fazer. Você anda pelas muralhas (um sobe e sobe de degraus sem fim. Atividade para poucos, nem meu treinamento funcional me preparou para essa jornada). E tive um azar danado, pois no meio da minha caminhada começou a chover e eu estava sem guarda-chuva e linda com meu blazer de veludo caramelo. Enfim… Não sei se recomendo o atrativo, acho que é uma visita dispensável, mas para aqueles interessados, a entrada custa € 8. Segue abaixo uma foto de parte das muralhas.

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Peguei novamente o ônibus 434 em direção ao Palácio Nacional da Pena, uma edificação do século XIX idealizado pelo Rei D. Fernando II, marido da Rainha Maria II (filha mais velha de D. Pedro I do Brasil). O castelo em estilo romântico foi construído sob o antigo mosteiro dos Jerônimos de Nossa Senhora da Pena e tinha como objetivo servir como residência de verão dos monarcas portugueses. O palácio é inusitado, mas lindo, e, principalmente, diferente de tudo que eu já visitei. Como é um palácio mais contemporâneo, é possível ver algumas modernidades como “quarto de banho” privativo nos quartos, chuveiro e até mesmo telefone. Adorei a visita e recomendo muito! Devo admitir que o ingresso é meio caro. Custou € 14, mas também há um transporte que leva da entrada do atrativo ao castelo propriamente dito ao custo de € 3. No final, desembolsei € 17 pela visita! (Que dor no bolso!) Deem uma olhada na entrada do Palácio e na panorâmica que mostra a dimensão e complexidade de sua estrutura.

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Voltando ao centro da cidade tomei o ônibus turístico 435 em direção do Palácio de Monserrate. Esse é outro palácio inusitado em estilo oriental (com forte influência indiana) construído no século XIX pelo Sir Francis Cook, Visconde de Monserrate. Idealizado para ser sua residência de veraneio, é outro palácio realmente estonteante, mas é uma pena não haver mais nenhum mobiliário no local e o secundo andar estar em processo de restauração. A propriedade ainda possui um charmoso jardim. O ingresso custa € 8,00.

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Para fechar meu dia em Sintra fui ao café A Piriquita, um dos estabelecimentos mais turísticos e tradicionais da vila. Experimentei o Travesseiro de Sintra, um doce típico da região. É gostosinho! Também experimentei uma queijadinha (me desculpem, mas depois que comi as queijadinhas de São Cristóvão em Sergipe, nenhuma outra queijadinha tem comparação) e um croquete de coco (eca!). Para fechar minha bomba calórica, experimentei a Ginja, um licor de cereja típico da região central de Portugal, tomado em um copinho de chocolate (muito bom!). Segue abaixo uma foto do Travesseiro de Sintra e da Ginja. 

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Aveiro – Situada na região central de Portugal, entre as cidades de Coimbra e Porto, Aveiro é conhecida como a “Veneza portuguesa” (com suas devidas proporções, claro!) por possuir diversos canais formados a partir do Oceano Atlântico. Para chegar a Aveiro tomei o Alfa Pendular (trem de alta velocidade português) em direção a Braga. A viagem durou exatamente 2 horas e paguei € 52, 60 pelo trajeto de ida e volta. Não tive muita sorte em Aveiro, pois peguei muita chuva durante minha estadia no local; por essa razão, não pude aproveitar a cidade como gostaria, mas também não posso reclamar, pois estava envolvida em um evento e não tive muito tempo livre. Fui à Aveiro a fim de participar do ICIEMC 2015 – International Conference on Innovation and Entrepreneurship in Marketing and Consumer Behaviour, um evento organizado pela IPAM – The Marketing School. Durante o evento, felizmente fui agraciada com o prêmio de melhor tese em inovação. Fiquei muito feliz e orgulhosa pelo reconhecimento ao meu trabalho!

Mas vamos voltar ao que interessa… Comentar  sobre os atrativos que visitei na cidade. Comecei meu city tour pela Catedral de Aveiro. A Igreja fez parte do antigo convento dominicano fundado no século XV. Hoje é uma igreja restaurada, ligeiramente moderna, mas seus altares laterais e a peça central do altar mor são históricas, representando vários estilos como o Maneirismo, o Barroco e o Modernismo. Segue abaixo uma foto da Catedral.

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Minha próxima parada foi no Museu de Aveiro. Localizado ao lado da Catedral, em uma edificação onde estava instalado o antigo Convento de Jesus, o espaço é dividido em dois percursos. O percurso monumental mostra os cômodos do antigo convento que se mantiveram intactos, com destaque à estonteante Igreja de Jesus; já na exposição permanente, o destaque está para a exibição de arte sacra com peças de diversos períodos históricos e a espetacular Sala de Lavor, espaço ricamente decorada em homenagem a Santa Joana, Princesa de Portugal, que está sepultada no local. Eu gostei muito do museu, mas só o recomendo se vocês têm interesse em arte sacra. O ingresso custa apenas € 4,00. Deem uma olhada na fachada do local e na lindíssima Igreja de Jesus.

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Passei ainda pelo centro da cidade onde é possível ver edifícios dos diferentes períodos históricos construídos ao lado do canal central e onde sai os passeios de barco. Se em Veneza esses barcos são chamados de gôndolas, em Aveiro eles são conhecidos como Moliceiros, sempre coloridos e muito ligeiros. Deem uma olhadinha…

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Outro atrativo da cidade são as praias. Aveiro possui duas praias principais: Praia Brava, mais moderna e estruturada; e Costa Nova, famosa por suas casinhas coloridas. As casinhas pertenciam aos pescadores da região e eram construídas em madeira, mas hoje são usadas como empreendimentos gastronômicos e para o aluguel de temporada. Elas são super charmosas, deem uma olhada!

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Na verdade, as praias não ficam em Aveiro e sim em um município vizinho, mas pela proximidade com o centro de Aveiro, acabam sendo ligadas à cidade. Ahhh! Também experimentei o doce típico da região, Ovos Moles. Não é ruim, mas é tão doce que me deixou enjoada o dia todo. De qualquer forma, o recomendo para as formiguinhas de plantão.

Aveiro é uma cidade charmosinha, mas não acho que mereça uma viagem especial ou uma estadia de muitos dias. Acredito que seja um bom destino para os turistas de passagem que estão fazendo um circuito por Portugal.

Para fechar meu post gostaria de falar um pouco sobre o hotel que eu me hospedei em Aveiro. A cidade oferece vários meios de hospedagem e muitos deles estão localizados no centro da cidade. Para esta viagem eu escolhi o Meliá Ria Aveiro & Spa, um empreendimento mais moderno fora do circuito turístico, mas próximo dos atrativos locais. Mesmo que o empreendimento seja novo, achei as áreas sociais meio impessoais, frias, e os quartos precisam de uma manutençãozinha básica. Deem uma olhada na fachada do empreendimento e no meu apartamento

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E assim terminou minha jornada por Portugal. Viajar é sempre bom, faz a gente colocar algumas coisas em perspectiva, traz novos conhecimentos, amizades e nos faz valorizar a vida. Gostei muito de ter conhecido o interior de Portugal e de ter visitado novos atrativos em Lisboa. Fiquei muito feliz de saborear novamente os doces locais e ver que aos poucos os portugueses têm ficado mais receptivos aos turistas brasileiros. Se eu puder dar alguma dica específica sobre essa viagem, é: use sempre um sapato confortável, de preferência um tênis com amortecedor. As calçadas portuguesas são sempre um desafio para os saltos e as ladeiras, um exercício e tanto para as perninhas. Mesmo as sapatilhas, calçado tão confortável no dia a dia, não foram boas o suficiente para aguentar o tranco. Pensem nisso!

Espero que tenham viajado comigo neste post e fiquem ligados que há outras surpresas por vir.

Até breve!

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