Irlanda aqui estou…..

8º Dia

 

Acordei super cedo! Me arrumei e fomos até Heuston Station para ir a Galway. A cidade fica na costa ocidental do país, a quase três horas de trem de Dublim, tem aproximadamente 66 mil habitantes e é o quarto maior município da Irlanda. É um local bem pequeno, cheio de ruas medievais e que nos meses de julho a agosto, promove eventos internacionais de arte e festivais de música; mas o principal atrativo são os famosos Cliffs, aquelas lindas encostas de campos verdinhos em frente para o mar que é uma das paisagens mais tradicionais do país. Saímos de Dublim às 09h10 e chegamos a Galway às 11h40. Vale lembrar que paguei 34,50 Euros no meu ticket e tinha validade por um dia. De lá fomos a um posto de informações turísticas verificar se conseguíamos pegar uma excursão aos cliffs, mas descobrimos que eles ficam em uma ilha a 2 horas do centro e que as excursões são de um dia todo. Como teríamos poucas horas na cidade, resolvemos explorá-la ao máximo e esquecer o outro passeio. Andamos pelas principais ruas, passamos por uma feirinha muito tradicional do lado da igreja (igreja é o mais tem nesse lugar), fomos à catedral e a antiga doca onde tem um arco medieval espanhol e aos pouquinhos fomos sentindo o charme desta pequena cidade. Estava ABARROTADO de gente, principalmente pelo festival de verão. Almoçamos em um pub bem tradicional e pedi um strogonoff (o mais sem graça da minha vida), encontramos o Paul (um amigo da internet) e no final da tarde voltamos a Dublim. Nossa volta foi uma viagem a parte. Para resumir, na penúltima parada, fomos obrigados a sair do trem e pegar um ônibus (Só Deus sabe o porquê, pois até hoje não consegui descobrir) e fomos de busão para Dublim. O bom dessa mudança de planos foi que pude conhecer um pouquinho do interior do país. Chegamos em casa às 21h30; jantamos, nos arrumamos e fomos para a night. Tava um frio danado e tive que sair com um casaco de inverno emprestado. O Fernando me levou em um lugar chamado de The Church que é um bar instalado em uma antiga igreja e que possui diferentes ambientes. Esse lugar era MUITO legal! Depois fomos ao Fitzsimmons que é um clube que possui diversos pisos e cada um deles com um estilo diferente. O térreo tinha uma banda de música tocando canções irlandesas, o primeiro piso tinha pista de dança e o segundo era um terraço, um espaço para conversar com fumódromo. As baladas na Irlanda terminam cedo então não dormimos muito tarde!

9º Dia

 

Hoje tentei dormir até um pouquinho mais tarde e acordei perto do meio dia. Me enrolei para tomar banho, tomar café da manhã e saímos de casa já eram mais de 14h. Queríamos ir a um restaurante indiano, mas como estava fechado, resolvemos ficar em um restaurante italiano. Meus Deus, como estava com saudade de um macarrão a bolognesa! Esse dia estava uma porcaria! Um frio danado (também, a idiota foi andar de vestidinho!), chuva (sabe aquela chuva com vento que te molha de qualquer jeito e bom para quebrar guarda-chuvas?!) e um sol que esporadicamente dava o ar da graça. De lá, fui explorar a cidade sozinha. Dei uma passada nas lojas de departamento do centro (que são meio fraquinhas!), fui caminhando até a Custom House, um edifício neoclássico do século 18 que abriga o Ministério do Ambiente e do Patrimônio e o Governo Local. Andei até as docs e conheci um pedaço da parte moderna da cidade, com pontes de vanguarda e edifícios espelhados. Atravessei o outro lado da cidade, passei ao lado da Pearse Station, Mansion House, Leinster House, St. Stephen’s Green and St. Stephen’s Shopping Center, desci a Grafton Street (a rua mais chique da cidade) até o Centro de Informações instalado na antiga St. Andrews Church. Ainda passei pela Trinity College (fundada em 1592 pela Rainha Isabel I do Reino Unido e é uma das mais prestigiosas instituições educacionais do país) e o Parlamento até chegar ao Rio Liffey. Andei pela margem do rio até o Four Courts (edifício construído entre os anos de 1796 a 1802 pelo mesmo arquiteto que construiu o Custom House que abriga as 4 maiores cortes do país como o Tribunal Superior de Justiça e o Supremo Tribunal), subi a Winetavern Street até a parte medieval da cidade. Passei pela Christ Church Cathedral (uma igreja anglicana com quase 1000 anos de história e que tem em suas ruínas vestígios vikings e anglo-normandos), St. Audeons Church (também medieval, sua torre é do século XII e algumas pessoas acreditam que seja a mais antiga da Irlanda) e no retorno passei pelo City Hall (prefeitura). Jantei no Mc Donald’s que é bem bonito e limpinho como no Brasil mas super caro (um menu de verão custava 7 euros) e cheguei em casa quase 22h, morta de cansaço!!!

 

Como ando escrevendo muita coisa e eu sei que vocês já estão meio de saco cheio, vou tentar resumir minha saga e contar só as coisas mais importantes da viagem.

 

10º Dia

 

Hoje fui visitar alguns dos atrativos de Dublim que ainda não tinha conhecido. A primeira parada foi o Castelo de Dublim que é antiga sede do governo britânico na Irlanda até 1922 e a maior parte do complexo é do séc. XVIII; St. Patrick Cathedral que além de ser a sua maior catedral da cidade, também é a igreja nacional da Irlanda. Construída no local onde St. Patrick batizou os primeiros cristãos conversos, a catedral foi aberta como igreja em 1192. Também fui à Guinness, a tradicional cervejaria irlandesa que desde 1759 prepara uma das bebidas mais tradicionais do país. Parte do complexo de fábricas foi transformado em museu/loja e mesmo eu não me interessando muito pelo tema, é um passeio interessante.

11º Dia

 Não fiz nada de bom! À tarde peguei um voo para Paris. Minhas impressões de Dublim foram; é uma cidade bem pequena (se formos pensar que é a capital de um país), muito florida e com um povo festero. Se em Londres há uma infinidade de Cafés, Dublim é a terra dos pubs (um do lado do outro e todos cheios). As pessoas são mais gordinhas (isso porque estou sendo simpática, a mulherada lá é MUITO gorda e barriguda, as únicas magrinhas são as estrangeiras. As irlandesas também tem um gosto duvidoso para a moda; adoram usar roupas esdrúxulas, me sentia em um clipe da MTV nos anos 80), os homens são bem cara de pau, desses que te secam na rua e nem disfarçam, mas aparentemente são bastante simpáticos. O tempo é uma porcaria! Chove muito, venta muito, o sol é muito tímido, mas o bom é que eles têm 19 horas de sol, quer dizer, vc tem a sensação que os dias são suuupper longos. É uma terra com carinha de interior, que tem um charme especial e que vale muito a pena conhecer. Peguei um voo para Paris às 18h30 e cheguei na cidade luz quase 22h . O Laurent já estava me esperando no aeroporto Charles de Gaulle.

12º Dia

Fiz questão do não acordar muito cedo! Fiz meu check-out no hotel e fui passear pela Printemps (outra loja de departamento bastante conhecida na cidade). Também fui ao Musée D’Orsay, museu que reúne um grande número de pinturas e esculturas de artistas famosos como Monet, Degas e Van Gogh. O edifício era originalmente uma estação ferroviária – Gare de Orsay, construída no local onde havia o antigo Palais D’Orsay. Em 1939, deixou de ser o terminal da linha que ligava Paris a Orleans devido ao comprimento reduzido do cais, passando a ser apenas uma estação da rede suburbana e mais tarde, durante a Segunda Guerra Mundial serviu de centro de correios. O local foi desativado na década de 70 e o museu foi inaugurado em 1986. O prédio é muito bonito! O museu em si não me chamou muito a atenção porque não sou tão ligada em esculturas e pinturas mas eles tem uma exposição de móveis art decó e art nouveau francês e belga muito legal! Tem também umas salas neoclássicas com peças decorativas do século XIX que é de babar! No final da tarde, peguei um trem até o Aeroporto Charles de Gaulle e não paguei a passagem; foi sem querer mas fiquei tão nervosa de ser pega que achei que ia infartar. E o pior, precisava da passagem para sair da estação mas nessa hora, pedi ajuda para uma moça que no começo ficou com um certo receio mas acabou me ajudando. Nunca mais apronto uma dessa! Cheguei super bem em São Paulo no outro dia pela manhã. Tive vários problemas com a mala que me fizeram ficar chateada, nervosa e estragou as lindas férias que eu tive mas não vou comentar sobre isso aqui. O importante foi que conheci lugares diferentes e tentei aproveitar cada minutinho que estive lá. Conheci todos os pontos turísticos que tinha interesse e aprendi muito sobre diferentes culturas. Valeu!!!

Mais confusão… Dessa vez na terra da Rainha

4º Dia
 
Hoje aproveitei para ficar até um pouco mais tarde na cama, tomei café e arrumei minha mala. De lá, tomei um táxi até Gare Du Nord para pegar o Eurostar até Londres. Estava super ansiosa para pegar o trem, mas fiquei um pouco decepcionada. Realmente é um meio de transporte super prático, em 2 horas e meia você já está na capital inglesa, mas o trem era meio velho e não muito confortável. Cheguei em St. Pancras – Londres às 12h31 (com dois minutos de atraso) e o Rous já estava no terminal me esperando. Pegamos um táxi e cheguei ao meu hotel. Em Londres, não foi muito fácil achar hotéis. Não que não tenha muitas opções, mas as diárias são bem caras e geralmente os hotéis são muito antigos. Escolhi o Oxford Hotel que fica em Earl´s Court. A localização é excelente, há uma quadra do metrô em um bairro bastante simpático e cheio de hotéis pequenos e não muito longe do centro da cidade. Os recepcionistas eram em sua maioria brasileiros e muito atenciosos e o hotel foi recentemente reformado, mas meu quarto era muito ruim. Além de ser minúsculo (e quando falo minúsculo, é mesmo!), o banheiro também era muito pequeno. Para ter uma idéia, não tinha box e nem cortina porque não tinha espaço e eu tomava banho junto com a privada (nada glamoroso). Para piorar a situação, fiquei no andar do restaurante e minha UH era ao lado do elevador então a partir das 07h da manhã escutava a porta do elevador batendo e imagina que todos os hóspedes do hotel tinham que passar por lá, quantas batidas eu tinha que escutar toda a manhã?! Mas não deixei isso me perturbar muito. Fiz o check-in no hotel e fui passear pela cidade. A primeira parada foi no Picadilly Circus. Ela é uma famosa praça de Londres, cheias de placas luminosas que lembram um pouco Nova York (na verdade, dá uma breve lembrança). A área é rodeada de várias atrações turísticas, como os bares e teatros do West End londrino, Leicester Square e várias lojas. De lá, subi a Regent Street, virei a esquerda na Oxford Street e novamente a esquerda na New Bond Street que depois se transforma em Old Bond Street. Todas essas ruas são cheias de lojas estilosas e bastante movimentadas. Acabei parando na Picadilly Avenue. De lá fomos no Hard Rock Café Londres. Essa foi a primeira loja da franquia aberta em 1971 por dois americanos fanáticos por música. Dei uma passadinha no restaurante que não é grande coisa e depois na lojinha do lado que estava cheia de adolescentes italianos enlouquecidos. De lá tomamos um ônibus até a Harrolds. Esta loja de departamento é a maior da capital inglesa. Ela foi aberta em 1834 na pobre área de East End e em 1849 ela se mudou para Knightsbrigde que é onde está até hoje. Vale lembrar que na época, essa era uma região pouco ocupada e quase rural. Hoje ela pertence a Mohamed Al-Fayed, que a comprou em 1985. A loja é muito mais do que eu esperava. Ela parece literalmente uma Disneyland. Primeiro porque tem tudo que vc pode imaginar; vendem desde salame a helicóptero. Cada uma das alas é completamente diferente da outra e muito temática. Nas alas que vendem comidas, os funcionários usam uma roupa com um chapéuzinho tão engraçado que lembra os cenários da Mary Poppins. A loja estava repleta de pessoas, principalmente de árabes que compravam enlouquecidamente. O elevador com tema egípcio também era algo que ficará na minha cabeça pra sempre. Nesta hora, tinha tanta dor no pé que não conseguia mais andar. Acabei tomando outro taxi e voltei para o hotel. Uma dica, nunca tome taxi em Londres, eles são caríssimos!!!! Jantamos pelo bairro mesmo. Escolhemos um restaurante que faz hamburgers caseiros (muito bom!).
 
5º Dia
 
Esse foi o dia de fazer as atrações mais tradicionais da cidade. Acordei super cedo (não que eu queria mas aquela porta do elevador não me deixou dormir), tomei o café (que era outra coisa que deixou muito a desejar) e fui Palácio de Buckingham para ver a troca da guarda. Antes de chegar ao Palácio, dei uma voltinha pelo Green Park que fica ao lado. A troca da guarda acontece todos os dias as 11h da manhã. Na verdade, começou um pouco mais tarde e mesmo sendo um programa bem turístico, é muito chato!!! De lá fui até a Abadia de Westminster que é linda e enorme mas não entrei porque queriam cobrar 15 libras (é um absurdo pagar para ver uma igreja!). Ao lado tem uma ingrejinha muito simpática, a St. Margareth. Ela tinha uns detalhes que lembravam uma igreja ortodoxa e não precisei pagar nada. Que beleza! Ainda fui ver o Parlamento, o Big Ben, London Eye (aquela  roda gigante que vê toda a cidade) e andei pelo rio Tâmisa para ver as pontes que ligam a cidade. Na empolgação da caminhada, fui até St. Paul Cathedral (que também é linda mas não entrei porque queriam me cobrar 15 libras!) e outros prédios históricos. Almocei na Subway (tem os mesmo tipos de sanduíche mas a limpeza e o atendimento são precários), e caminhei até a Tower Bridge. A ponte foi inaugurada em 1894, e atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, além de ser conhecida como uma das pontes mais famosas do mundo. Fica ao lado das Torres de Londres. A ponte tem um estilo Vitoriano Gótico, que se parecem com fortes escoceses da Idade Média e as duas pontas se abrem como uma ponte levadiça de um castelo. Atualmente a Tower Bridge continua sendo de grande importância para o tráfego marítimo londrino, fazendo parte de um dos mais importantes corredores de tráfego da cidade. Ela é enorme!!!! Encontrei o Rous e de lá foi para as Torres de Londres. Paguei 17 libras para entrar (e achei que tinha feito um péssimo negócio), mas foi o melhor passeio que fiz no dia. As Torres são um monumento histórico situado no centro da cidade, na margem do Tâmisa. A construção das Torres foi iniciada em 1078, sendo inicialmente uma fortificação nos limites da cidade romana. É, Londres também foi romana! Há diversas torres pertencentes há vários séculos e sua função variou durantes estes períodos, desde palácio para sede da casa da moeda a mostra dos animais do reino. Também serviu como local de execução e tortura. É também na Torre de Londres que as jóias da coroa britânica, ficam guardadas em uma camâra subterrânea. No centro do atrativo há a Torre Branca, construída por Guilherme VIII, hoje abriga suas armaduras e história de suas batalhas (muito legal!). De lá ainda passeamos pela parte financeira de Londres, bastante cosmopolita e moderna e voltamos ao hotel.
 
Próxima Parada, país das ovelhinhas e dos campos verdes
 
6º Dia
 
Este foi um dia reservado aos museus. O primeiro que fui visitar foi o Museu de Cera da Madame Tussaud´s. Eu já tinha o visitado em Nova York, mas achei que seria legal ir novamente em Londres. É uma festa! Paguei 22,50 libras (isso porque ganhei um desconto de 10% comprando na internet), enfrentei uma filinha básica (isso porque disseram que se eu comprasse na internet não enfrentaria filas), mas é divertidíssimo. Além dos astros de Hollywood todos em cera, eles também têm uma ala destinada aos heróis e pessoas que fizeram história no Reino Unido como os membros da realeza, políticos e esportistas. Claro que quis tirar fotos com todos!!! Mas o mais legal desse museu é que eles têm umas atrações meio Disney, como o túnel do horror que chega a ser brega de tão infantil ou os carrinhos de parque de diversão que mostram a história de Londres. Mesmo sendo caro, você fica meio retardada, grudada no George Clooney, parada admirando a beleza da Nicole Kidman ou abraçando o Shrek (que é bem fofinho), então é um passeio que vale a pena! De lá, tomei um metrô até a Oxford Street e caminhei até o Britsh Museum. Fundado em 1753 e aberto ao público em 1759, é considerado o primeiro museu moderno do mundo e abriga mais de sete milhões de objetos de todos os continentes, mostrando a história do homem de seus primórdios até o presente. Muitos dos artefatos da sua coleção estão armazenados nos depósitos nos porões do museu, por conta da falta de espaço para exibí-los. Durante muito tempo achei que o melhor museu que eu já tinha visitado era o do Louvre em Paris e o segundo o Metropolitan em Nova York mas depois dessa visita, posso dizer que o segundo melhor é sem dúvida o British Museum. Ele é fantástico! Mostra todos os períodos da humanidade e o melhor de tudo, é gratuito!!! Outra coisa que tenho que destacar é a região na qual está situado. É muito bonita, cheia de restaurantes floridos e teatros. Tomei outro metrô e fui ao Imperial War Museum. Esse é outro museu gratuito da cidade (beleza!) e é MUITO legal! Como o nome diz, é destinado à guerra, principalmente as 1ª e 2ª Guerras Mundiais, mas fala também sobre a evolução dos equipamentos bélicos e os conflitos que ocorreram a partir de 1945 e tem uma exposição sobre o holocausto que te deixa sem palavras!!! Na verdade, o melhor do museu é sem dúvida as atividades interativas. Na ala da 1ª Guerra Mundial, você pode conhecer uma trincheira daquele período; já na 2ª Guerra, você pode sentir a experiência de estar em um bunker no meio de um bombardeio e depois pode ver a cidade destruída e o desespero das pessoas que perderam tudo. Eles também têm uma casa da década de 40, montada no meio do museu recriando a vida das pessoas em tempos de guerra além de mostrar a vida das crianças e o das mulheres que trabalharam na indústria bélica. Bem legal mesmo!!!! Muito melhor que eu esperava! De lá voltei para a Harrolds para comprar presentinhos para a família e voltei ao hotel.
 
7º Dia
 
Tentei acordar um pouco mais tarde, mas para variar a porta do elevador não me permitiu. Acordei, tomei café, arrumei minha mala, fiz meu check-out e fui à estação Victoria pegar um trem para o aeroporto de Gatwick para ir a Dublim. Quando cheguei a Londres (no 1º dia) e resolvi pegar um táxi ao hotel, eu achei que tinha sido um exagero, mas depois de carregar minha mala pesada pelas estações de metrô de Londres, percebi que foi a melhor coisa que eu podia ter feito. Ahhh! Queria aproveitar para fazer um comentário sobre a cidade. Londres é muito mais bonita que eu imaginava. Ela não tem o aspecto cinzento e cheio de casas de tijolinhos. Mesmo com as ruas estreitas de uma cidade antiga, ela é colorida, cheia de flores e bem cuidada. Não é quente como Paris, mas não chega a ser fria (se bem que o vento também não é dos mais agradáveis!). Na verdade, o que mais me incomodou foi a chuva que era uma constante (todos os dias e várias vezes ao dia) e que por alguns períodos disputava lugar com o sol (tímido mas presente em alguns momentos). É uma cidade cosmopolita, portanto, você encontra pessoas de todas as nacionalidades, principalmente orientais, árabes e indianos (esses muito moderninhos, em sua maioria com roupas ocidentais ou quando via um sári, a mulherada usava com tênis, brega no último!). Outra coisa que fiquei admirada é que nunca vi tantos cafés em uma mesma cidade. Um do lado do outro! Claro que eles são modernos, bem estilosos e sempre cheios, mas é demais!!! Cheguei ao aeroporto com tempo de sobra e fiz meu check-in na Ryan Air. Essa é uma dessas companhias de baixo custo que tem se espalhado por toda a Europa. Para você ter uma idéia, paguei apenas 41 libras para ir de Londres a Dublim, mas o ruim é que eles têm muitas restrições como quantidade de malas e peso das mesmas, mas mesmo assim vale a pena. Dentro da aeronave, tudo é cobrado a parte, desde o lanchinho até o uso do banheiro. Cheguei em Dublim às 15h10 (depois de um atraso de 40mins.) e graças a Deus o Fernando ainda não tinha desistido de me esperar. Fomos para a casa dele para deixar minha mala e de lá partimos a pé para o centro da cidade. Dublim é a capital e maior cidade da Irlanda. É cortada pelo rio Liffey, tem pouco mais de 500 mil habitantes e foi fundada pelos vikings por volta do século XI. Minha primeira impressão foi a melhor possível. É uma cidade muito pequena mas bem bonitinha, cheia de flores e bem conservada. Passeamos pela O´Conell Street e fomos até o Temple Bar que ao contrário do que eu imaginei é uma zona cheia de bares e não uma rua. Se em Londres tem muitos cafés, em Dublim tem muitos pubs. Não é a toa que o povo é tão bebum. Também tem um do lado do outro, e todos lotados de pessoas. Encontramos um amigo do Fernando e fomos para uns bares. De lá, voltamos para casa e fizemos um macarrão instantâneo.

Paris, Londres e Dublim

 
Hoje começo a escrever mais um capítulo das minhas aventuras. Essa viagem já aconteceu há algum tempo, mas gostaria de deixar registrado porque dessa vez fui para dois lugares que ainda não conhecia e para ser sincera, esses países nunca estiveram na minha listinha de TOP 10. Mas naquele momento, achei que era uma boa oportunidade de viajar para lá. Fui para visitar alguns amigos, mas também me encantei com aquele pedacinho da Europa.
 
Dessa vez fui para Paris, Londres e Dublim. Minha viagem foi um pouco diferente, não quis ir para São Paulo de busão, na verdade, acho que já estava cansada dos perrengues de sempre então, aproveitei uma promoção da Webjet (uma companhia nova, mas muito boa) e fui para São Paulo de avião. Como peguei uma promoção, não pude escolher os horários que eu queria. Cheguei ao aeroporto de Cumbica em Guarulhos às 12h e meu voo para Paris pela TAM só sairia às 19h45. Como já estou descolada de aeroporto, aproveitei meu tempo livre para olhar meus e-mails, passear pelas lojas e ler um bom livro.
 
1º Dia
 
Cheguei ao Aeroporto Charles de Gaulle – Paris no outro dia às 13h45 e o Laurent já estava me aguardando. Paris é a capital da França e a segunda maior metrópole da Europa, com mais de 12 milhões de habitantes entre cidade e região metropolitana. É cortada pelo Rio Sena e encanta pela beleza de sua arquitetura, seu urbanismo e atrações turísticas mundialmente conhecidas.  É engraçado porque já havia estado algumas vezes em Paris e toda vez que venho à cidade tenho a mesma sensação de encantamento. Quando fui a primeira vez, dizia que a cidade cheirava a romance! Não tive essa mesma sensação mas senti a mesma emoção de tantos anos atrás.
 
Não fiz nada de muito especial. Fiquei hospedada em um hotel chamado All Seasons (da rede Accor) que ficava perto da  Place de la République. O hotel era bem simpático, simples mas tudo novinho e estiloso e o staff (mesmo falando um inglês mais ou menos) era muito atencioso. Andamos por Montmartre para procurar um presente para um amigo do Laurent, passeamos pela Champs Elysées que como sempre estava repleta de turistas e comemos um doce na Ladurée, uma patisserie francesa fundada em 1862 bastante famosa pelos doces e principalmente pelo Macaroon (um doce tipicamente francês que parece uma bolacha recheada de várias cores e sabores). À noite fomos na festa de aniversário deste amigo que mora no subúrbio de Paris. Uma das coisas que aprendi nesta viagem foi que no ano de 52 a. C., os romanos fundaram uma cidade nas ambas margens do rio Sena, chamando-a de Lutécia. A cidade cresceu nos séculos seguintes tornando-se próspera onde foram construídos palácios, um forum, um teatro e um anfiteatro. Quer dizer, Paris também foi romana.
 
2º Dia
 
Acordei super, hiper cedo (5h30) porque às 06h30 iriam me buscar para um passeio aos castelos do Vale de Loire. Esse era um dos passeios que sonhava em fazer mas nunca tinha tempo ou dinheiro suficiente. Chegando à agência de viagens encontrei um grupo de brasileiros (uma praga!) que estariam indo à Bruges. Na hora me deu uma certa inveja e talvez um arrependimento porque os dois passeios eram o mesmo preço mas como sou uma pessoa chique, pensei: – Da próxima vez que eu voltar (como se eu fosse conseguir voltar em 6 meses), eu faço esse passeio!  O Vale do Loire tem a maior concentração de castelos do mundo, são ao todo 45, cercados por muralhas, pontes levadiças e jardins renascentistas, que inspiraram histórias famosas, como A Bela Adormecida e As Aventuras de Tintin. Localizado no centro da França, tem natureza exuberante, o maior rio do país, o Loire, e uvas que produzem um dos melhores vinhos brancos da França. Antigamente, a região detinha grande importância política. Na Renascença, atraídos pelos terrenos de caça do vale, os reis franceses convocaram grandes arquitetos, como Leonardo da Vinci, para construir seus castelos na região, transformando-a em um conjunto de obras de mestres. Tours, Blois, Orléans e Poitiers são antigas vilas, bastante charmosas transformadas em pólos turísticos. Visitei os Castelos de Chenonceau, Cheverny e Chambord. O primeiro foi a casa de Catarina de Médicis por um tempo. É um castelo pequeno e não muito luxuoso. Para ser sincera fiquei um pouco decepcionada! O segundo ainda é uma propriedade particular (a família mora lá) aberta ao público. Esse castelo serviu de inspiração para as histórias do Tintin.. Na verdade, é mais um palácio que um castelo, mas é muito bonito! Mas o melhor de todos foi o terceiro. Chambord é o maior palácio do vale de Loire e foi construído apenas para servir de pavilhão de caça para Francisco I da França, que mantinha a sua residência no Château de Blois e no Château d´Amboise. Uma das coisas que mais chamam a atenção no castelo é a espectacular escadaria aberta que é a peça central do palácio. Dizem que foi Leonardo da Vinci que a desenhou. Uma curiosidade, em 1939, pouco antes do início da  Segunda Guerra Mundial, as coleções de arte dos museus do Louvre e Compiégne (incluindo a Mona Lisa e a Vénus de Milo) foram guardadas no local. De lá voltamos para Paris. Chegamos no finalzinho da tarde e ainda tive tempo de andar pelo Hôtel de Ville (Prefeitura de Paris), Notre Dame e Saint German des Prés.
 
3º Dia
 
Hoje foi meu dia fútil. Acordei cedo, peguei um metrô (os metrôs parisienses não são grande coisa, geralmente são sujos e depredados mas são super rápidos, eficientes e chegam a qualquer lugar) e fui à Gallerie Lafayette. Andei pelos vários andares experimentando os cremes, vendo as promoções e admirando o teto do edifício que é um espetáculo. Depois fui à Ópera Garnier para fazer uma visita interna. O edifício é considerado uma das obras-primas da arquitetura de seu tempo. Construído em estilo neobarroco, é o 13º teatro a hospedar a Ópera de Paris, desde sua fundação por Luís XIV, em 1669. O palácio era chamado apenas de Ópera de Paris, mas, após a inauguração da Ópera da Bastilha, em 1989, passou a ser chamado Ópera Garnier. Foi projetada no período da grande reforma urbana de Paris, liderada pelo prefeito Georges-Eugène Haussmann.. Para a sua construção, em 1859, Haussmann foi autorizado por Napoleão III a promover a limpeza de 12.000 m² de terreno. O projeto foi objeto de concurso público, em 1861, do qual foi vencedor o arquiteto Charles Garnier, e que construiu posteriormente a Ópera de Monte Carlo em Mônaco. O Palácio foi inaugurado em 1875. O prédio é ornamentado e ricamente decorado, com frisos de mármore multicolorido, colunas e muitas estátuas. O interior é também muito rico, com veludos, superfícies folheadas a ouro, querubins e ninfas. O candelabro central do salão principal pesa mais de seis toneladas. O lugar é de babar! Você fica até meio perplexo com tanta opulência! É um passeio que realmente vale a pena. Depois da visita, fui me encontrar com o Laurent na Hard Rock Café e de lá passeamos por parte cidade. Passamos pela Place Vêndome, andamos pela Rue du Faubourg  Saint Honoré, onde ficam as lojas mais chiques da cidade, passamos pelo Palácio do Eliseu, sede do governo francês e depois de caminharmos muito chegamos novamente a Champs Elysées. Almoçamos na Ladurée e fomos para o Musée D´Orsay. Como era segunda-feira, o museu estava fechado. Então fomos caminhando até o Musée de L´Armée e Hôtel des Invalides. O Hotel dos Inválidos foi construído por Luíz XIV para abrigar os feridos de guerra e desabrigados.  Hoje abriga a Dôme, onde Napoleão Bonaparte está enterrado; e vários museus, entre os quais o Museu das Armas. Logo nos jardins na entrada temos uma mostra de canhões antigos expostos e  ao passarmos pelo portão principal ficamos impressionados com o grande pátio interno, que ainda hoje é usado para desfiles militares. Ao fundo é possível ver a Dôme. No museu é possível ver uma série de armaduras, e armas antigas, uma galeria que relembra a Primeira Guerra Mundial e a participação da França no acontecimento; há também uma área reservada a 2ª. Guerra, com destaque a um veículo de combate produzido pela Renault, várias fotografias, armamentos e a uma mostra do equipamento utilizado por um soldado americano naquela época; uma exposição com a evolução dos uniformes militares ao longo do tempo, mas eu fui até o museu principalmente para visitar a Dôme. Esta igreja foi construída no século XVII para uso exclusivo da família real e também para abrigar seus túmulos. Após a morte de Luiz XIV este plano foi deixado de lado, e em 1841 os restos de Napoleão Bonaparte foram transferidos para o local. Posteriormente outros importantes líderes militares franceses tiveram seus restos mortais transferidos para lá, tornando o local um memorial militar. A urna com os restos mortais de Napoleão Bonaparte está em um local de destaque ao centro da capela. Após a visita no museu, eu já estava cansada e com o pé machucado, mas ainda tive que dar um oi para a Torre Eiffel que ficava ao lado e comer um doce na barraquinha em frente da torre que eu adoro! Andamos até o Trocadero e tomamos um metrô para o hotel. Eu estava hiper, mega cansada, mas ainda tive pique para tomar banho, me arrumar e jantar em um café charmoso na esquina e assim terminou mais um dia.

Minha Aventura na Alemanha

Nossa!

Faz muito tempo que não escrevo nada, portanto, como hoje estou inspirada, resolvi contar um pouquinho da viagem que fiz a Alemanha no ano passado. A Alemanha era um dos destinos que estava no meu TOP 10, principalmente pela história e cultura do país e quando tive a oportunidade de ir até lá, não podia deixar passar.

Minha jornada começou antes mesmo da viagem. Já tinha escolhido o pacote terrestre, porém tinha que encontrar uma passagem aérea com um bom horário e um bom preço. Eu entrava nos sites das companhias aéreas diariamente. Às vezes, mais de uma vez ao dia para verificar se a tarifa havia sofrido alguma alteração. Olhei Lufthansa, KLM, Suisse Air, Air France, TAP, entre outras, mas a empresa com melhor custo/benefício foi a Alitalia. Desta forma fui para São Paulo de ônibus e peguei um voo até Munique com escala em Roma. Entre viagem e espera, foram mais de 24 horas em trânsito. Haja paciência!

1º Dia 

Finalmente cheguei a Munique e estava super ansiosa porque era uma viagem na qual estava esperando há muito tempo. Entrando no aeroporto tive o primeiro impacto, não entendia nada que estava escrito nas placas de sinalização. Aliás, comentei com vocês que não falo Alemão?! Pela primeira vez na minha vida, fui a um país onde eu não sabia absolutamente nada da língua a não ser oi e obrigado. Fui até a esteira rezando para que minhas malas não tivessem sido extraviadas pelo caminho e  depois de 5 minutos estavam elas lá, graças a Deus! Saí faceira do aeroporto achando que alguém da agência ia me buscar, mas não tinha nenhuma plaquinha com meu nome ou o nome da operadora. Fiquei um pouco nervosa, mas pensei: – Tudo bem! Eles devem estar atrasados. Esperei, esperei, esperei e ninguém aparecia. Depois de um tempo cheguei a conclusão que a empresa de receptivo tinha esquecido de mim e comecei a ficar desesperada porque eu nem sabia o endereço do hotel que eu ia ficar. Respirei fundo e tive a brilhante ideia de pegar um metrô até o centro da cidade (Marienplatz), descobriria o endereço do hotel em algum posto de informação turística e depois pegaria um táxi até o hotel. Quando cheguei à Marienplatz, descobri que estava acontecendo a Parada Gay na cidade. Imagina eu, com malas pesadas no meio da muvuca tentando encontrar um táxi?! Enfim, deu tudo certo e cheguei no hotel sã e salva, mas 20 Euros mais pobre.

Neste primeiro dia, teríamos um city tour pela cidade, mas devido a Parada Gay nosso passeio foi transferido para o dia posterior e portanto, teria meu primeiro dia livre. Entrei na minha UH, que era pequena, mas muito aconchegante, tomei um belo banho, descansei um pouco e fui explorar Munique a pé. A cidade é linda! Diferente do que eu imaginava, mas muito organizada, cheia de gente (e de brasileiros). Andei quase o dia todo e pude conhecer mesmo que sem querer, os principais atrativos da cidade. Claro que tive que entrar na Liquidação da Zara e em outras lojas que tinha vontade de conhecer. Jantei na Mc Donald´s (óbvio!) e comi um sanduíche de churrasco fenomenal.

2º Dia

Acordei muito cedo, como todos os outros dias da excursão. Tomei café correndo porque para variar estava atrasada e fui fazer o city tour pela cidade. Foi legal o passeio porque pude saber um pouco mais sobre os locais no qual havia visitado a pé no dia anterior. Foi legal também porque a guia deu bastante ênfase no país como um todo; seus costumes, suas particularidades então pude conhecer um pouquinho mais sobre os alemães. Terminando o city tour e fomos a Füssen conhecer o Castelo (Schlöss) Neuschwanstein. O castelo foi construído por Ludwig II, o rei louco. A estrada até Füssen era tudo que eu imaginava: os campos verdinhos, rodeado de floresta, as vaquinhas gordas no pasto, as casinhas de madeira e pedra bem ao estilo da Bavária, super bem cuidadas e cheias de flores coloridas. Füssen também é uma cidade fofa! Voltada para o turismo, a cidade é cheia de restaurantes, pequenos hotéis e lojas de souvenirs. O dia só não foi mais agradável porque não parou de chover nenhum minuto. Chegar ao castelo na chuva foi um sacrifício mesmo porque para piorar a situação, estava muito frio, mas o castelo é indescritível. É muito diferente de tudo que eu já havia visto. Valeu muito a pena!

3º Dia

Hoje pela manhã fizemos o check-out no Hotel Europa em München e viajamos em direção a Nürnberg. Foram cerca de duas horas de viagem de ônibus. Um trajeto muito tranquilo! Nürnberg (Nuremberg) é uma cidade situada ao norte de Bayern (Baviera) e tem aproximadamente 500 mil habitantes. É uma cidade muito bonita! Bem estruturada, além das construções históricas, é cercada de edifícios modernos. Apesar da enorme destruição da cidade durante a 2ª Guerra, a maioria das construções medievais foi reconstruída a partir de planos originais existentes desde a Idade Média. Até hoje o centro histórico é rodeado pela antiga muralha com uma extensão de 4 km. A cidade também é conhecida por ter sido a localização de inúmeros comícios do Partido Nazista, assim como pelos julgamentos de Nuremberg, após a 2ª Guerra Mundial onde foram sentenciados os  criminosos de guerra. Na cidade, fomos conhecer o Coliseu Nazista. Na verdade, não estava muito a fim de conhecer porque não é um assunto no qual tenha muito interesse, mas estando lá percebi que é importante você ver um pouquinho da história do país, mesmo que não seja um dos mais alegres capítulos. Do Coliseu,  passamos pela Estação Central de Trens (a mais bonita que eu já vi!) e chegamos ao centro histórico da cidade. A guia nos deixou na Hauptmarkt e de lá exploramos a cidade a pé. Conheci a St. Lorenz-Kirche, Rathaus, Kirche St. Sebald, Kaiserburg, entre outras coisas. Gostei muito de ver os grandes calçadões cheios de lindas lojas. Tive vontade de comprar tudo!!!!!! Mesmo porque estava tudo em promoção, mas é duro ir quebrada nos lugares. Aproveitei para tomar um chocolate quente na Starbucks (estava com saudades).

De Nürnberg, fomos para Rothenberg. Cercada por muralhas, Rothenburg ob der Tauber é uma cidade medieval. A cidade tem uns 12 mil habitantes e parece ter parado no tempo. É encantadora! Ela é bem pequeninha e dá para conhecer tudo a pé. Parece que estamos em um cenário de filme! A cidade foi fundada em 960 d. C. e durante a Idade Média foi uma das cidades mais importantes do império.  Em 1945, a cidade foi atacada pelas forças aliadas, a parte leste foi destruída e 40% dos antigos prédios incendiados. Mais tarde tudo foi reconstruído com financiamento mundial. Hoje a cidade é protegida por leis de preservação. Também fiquei louca com as lojas de souvenirs e enfeites de Natal! Almocei salsinha com pão (foi o que mais comi durante minha viagem) e experimentei um schneeball (bola de neve). Esse é um doce típico da região. É uma massa frita em forma de bola e pode ser coberta por chocolate, canela ou açúcar. Na verdade, não gostei muito não. Achei muito seca, mas tudo bem.

À noite chegamos a Landenburg no Hotel Leonardo. Encontrei-me com o Tommy e fomos jantar no centro da cidade. É uma cidadezinha muito simpática, bastante antiga. Escolhemos um restaurante italiano fenomenal. Nossa mesa ficava no calçadão, iluminada por luz de velas e a comida, simplesmente a melhor de toda a viagem. Sem dúvida, uma noite muito romântica!!!

4º Dia

Hoje passeamos por Heidelberg. Ela também é uma cidade muito antiga, bastante conhecida pela Universidade de Heidelberg (que é a mais antiga da Alemanha), fundada em 1386 por Ruprecht I, e refundada em 1803 pelo duque Karl-Friedrich de Baden. Ainda hoje, ela é muito famosa, principalmente na área de Medicina. Andamos por todo o centro histórico. Fomos a um museu que não me lembro do nome, mas gostei bastante, principalmente a ala que mostra a evolução do vestuário feminino, desde o séc XVII até a década de 30. Passamos pela Biblioteca da Universidade, que é igualzinha a da Unicentro (cof! cof! quem vê até pensa!), Heilig-Geist-Kirche (que não conseguimos entrar) e o Castelo de Heidelberg, que segundo minha guia, é a ruínas de castelo mais bonita da Alemanha. Dentro do Castelo também tivemos a oportunidade de ir ao Museu da Farmácia. A cidade não foi atingida pela guerra porque era o quartel general do exército americano. Esse foi o único dia de toda a viagem que fez calor de verdade! Hoje pude usar um vestidinho e até tomei um bronze. Hoje aprendi mais algumas palavras para meu dicionário. Contei que estou aprendendo alemão? Então, aos pouquinhos as placas escritas em alemão já não parecem mais tão confusas e assustadoras. Hoje aprendi: Aufzug (Elevador), Parhaus (Estacionamento) e Apotheke (Farmácia). No jantar, comemos em Landenburg. Pela primeira e única vez na viagem comi carne de porco empanada. Estava boa!

5º.  Dia

Hoje fizemos o check-out em Landenburg e fomos em direção a Sankt Goar para fazer um Cruzeiro pelo Rio Rhein (Reno). É uma cidadezinha muito simpática e a região tem bastante castelos. Estava um dia aberto, mas com muito vento. Desembarcamos em Boppard que também é uma cidade muito charmosa. De lá fomos até Koblenz, cidade de 107.000 habitantes onde tem confluência dos rios Rhein (Reno) e Mosela. Almoçamos no Deutsches Eck (canto alemão) onde tem a estátua de Wilhelm I (é um monumento enorme!) e fomos em direção do Burg Eltz. Burg Eltz é um castelo medieval, que está na família Eltz há 33 gerações e continua super preservado. As pinturas nas paredes, mobiliário e objetos de decoração são todos originais. ADOREI!!!! Segundo minha guia, é um dos castelos medievais mais bem preservados da Europa. O maior problema foi a chuva que nessa hora pegou feio, mas já estava me acostumando! Brincávamos que era a maldição do castelo. Todos os dias que visitávamos castelos, chovia muito.

De lá, fomos para Köln (Colônia). Chegamos pela noite, demos uma volta pela cidade, jantamos e fomos para o hotel. Lá estava bem frio! Um vento que cortava até a alma!!!

6º. Dia

Ficamos hospedados no Novotel que sem dúvida foi o melhor hotel de toda a excursão. Acordamos muito cedo (para variar) e fomos em direção a Catedral. Em termos de população, Köln é a quarta maior cidade da Alemanha (quase 1 milhão de habitantes) e a maior cidade do estado de Renância do Norte – Vestfália.  É um dos mais importantes portos fluviais alemães e considerada a capital econômica, cultural e histórica da Renânia.  A Kölner Dom (Catedral de Colônia)  é uma igreja gótica maravilhosa! É a maior igreja católica da Alemanha e a terceira maior igreja da Europa. Dentro da catedral tem um caixão todo em ouro que, dizem conter os restos mortais dos 3 reis magos. A cidade é bastante conhecida por ter sido onde surgiu o primeiro perfume do mundo, a Água de Colônia. Eu até pensei em comprar um perfuminho para mim, mas o cheiro é muito ruim (tem cheiro de perfume da Avon vencido), então desisti!!! Este mesmo perfume tem uma história curiosa: Quando Napoleão invadiu a cidade, ordenou uma renumeração de todas as casas da cidade para maior controle, e coube aos donos da fábrica da Água-de-Colônia o 4711. Napoleão se foi, o número ficou. Saindo de Köln, fomos até Bremen.

Bremen é uma cidade no norte da Alemanha situada nas margens do Rio Weser. Tem uma população de 547.000 mil habitantes e possui o porto mais antigo da Alemanha. A cidade é muito conhecida pelo famoso conto: Os cantores de Bremen. Eu nunca tinha ouvido falar do conto, mas durante a viagem fui obrigada a ouvi-lo em 2 línguas diferentes, portanto, agora nunca mais vou esquecer! O centro da cidade é uma graça!!! Ficamos na Marktplatz e lá conhecemos o Rathaus e a Catedral de St. Petri. A cidade é cheia de lojas de departamento e chiques chocolaterias, mas o que me encantou foi o bairro medível, o Schnoor. O que era antigamente o bairro dos pescadores, dos artesãos e dos pequenos industriais, tornou-se hoje um local de lojas requintadas, bares nostálgicos, restaurantes e cafés aconchegantes. Primorosamente restaurado, um bairro cuja história remonta ao século XIII e cuja base arquitetônica original, mantida até os dias de hoje, teve origem no ano de 1500. De Bremen, fomos a Hamburg.

Chegamos a Hamburg pela noite, mas não realizamos nenhum city tour. Fizemos o check-in no hotel Ramado, localizado longe do centro da cidade. Fomos a St. Pauli, bairro boêmio da cidade. Foi bastante interessante, nunca vi tantos sex shops juntos na minha vida, mas durante a visita pudemos passar pela rua proibida (rua proibida para mulheres onde ficam as prostitutas de luxo da cidade). Também visitamos os barzinhos alternativos, mas terminamos nossa noite em um barzinho legal assistindo um show de uma orquestra que estava acontecendo no meio da avenida.

7º Dia 

Acordamos cedo e fomos fazer um city tour por Hamburg. A cidade fica ao norte da Alemanha, nas margens do Rio Elba. Possui quase 2 milhões de habitantes, o maior porto da Alemanha e o segundo maior da Europa. A cidade  também se destaca por ter um grande centro industrial e ser umas das regiões mais ricas do país. Para variar, estava chovendo esporadicamente e fazia um pouco de frio. Não sei se eu havia comentado isso mas o sul da Alemanha é mais católico e o norte, predominantemente protestante. Fomos na St. Michaeliskirche, umas das mais bonitas igrejas que eu tive a oportunidade de conhecer em toda a viagem. Ela, como muitas outras igrejas de Hamburg é protestante e parece um teatro. Construída entre 1751 a 1762, é a mais importante igreja barroca do norte da Alemanha. Passamos pelos bairros da aristocracia e entramos na Bellevue Strasse. Esta rua, que já havia sido destacada até por Napoleão, tem mansões estonteantes e uma linda vista para o rio. Passamos pela St. Pauli de dia que de nada parece a boêmia rua de ontem à noite, pelo porto e seus antigos armazéns que hoje são estilosos escritório comerciais, estação de trem e terminamos nosso passeio na Rathaus (prefeitura). Construída entre 1886 a 1897 em estilo neorrenascentista, fica na Rathausmarkt e é um prédio de babar!!!  De lá tivemos tempo livre para dar uma volta pelo centro da cidade. Claro que fui dar uma sapeada pelas lojas de departamento e comprei uma blusinha na Benetton que estava em promoção. Achei que fiz o melhor negócio do mundo! Passei pela Bolsa de Valores e St. Nikolaikirche (destruída durante a 2ª Guerra Mundial). Saindo de Hamburg, fomos para Lübeck.  Lübeck é uma cidade no norte da Alemanha localizada no estado de Schleswig-Holstein. Fundada em 1158 por Henry, o Leão, a cidade tem sua área ocupada desde o século I A.C. Sua arquitetura foi reconhecida pela UNESCO, que a declarou em 1987, Patrimônio Histórico da Humanidade. Possui ainda um dos maiores portos da Alemanha, sendo o maior do Mar Báltico. Lá conhecemos a Rathaus, que era uma fofura, mas o que me chamou mais atenção neste prédio medieval foi sem dúvida o lustre do hall de entrada, um dos maiores que eu já vi, todo em cristal. O Museu de Marzipan e a St. Marienkirche, que possui um relógio astronômico e até um diabinho dando boas vindas aos visitantes. Ainda tivemos a oportunidade de ir numa construção feita por Bismark no séc. XVII para abrigar os pobres. É uma construção belíssima e super confortável. Para ser sincera, fiquei com muita inveja dos pobrezinhos que moraram lá. Hoje é um condomínio muito florido destinado às viúvas de marinheiros. De Lübeck fomos a Travemünde. É uma charmosa cidade praiana que fica aos pés do Mar Báltico. Bastante conhecida pelos luxuosos hotéis de cura (spas) e cassinos. O que mais gostei de lá, era a feirinha de comida, artesanato e demais produtos típicos. Comi um crepe de chocolate maravilhoso! Comprei um pão com ervas que também era muito bom. Outra coisa que gostei foi às barraquinhas que ficam no meio da areia. Por  $ 8.00 euros você aluga aquelas barraquinhas e aproveita a praia o dia todo.

8º Dia

Hoje finalmente pudemos acordar um pouquinho mais tarde, mas nem tão tarde assim (08h00). Fizemos o check-out no hotel Ramada e fomos para Berlin. Chegamos a Berlin às 12h30 e minha primeira impressão não foi das melhores. Entramos na cidade pelo lado oriental e ver os muros pichados e os canteiros sem cuidado, me deu uma sensação ruim de descaso e abandono. Enfim… Fizemos check-in no Hotel Park Inn, que fica na Alexanderplatz, ao lado da torre de TV, no antigo lado oriental da cidade. O hotel é enorme, tem 37 andares e mais de 1000 apartamentos. Meu quarto ficava no 35º andar, que por um lado era ótimo porque eu tinha uma visão privilegiada de parte da cidade. Por outro, o quarto era minúsculo. Parecia uma caixinha de sapato e a divisória do banheiro e quarto era apenas um blindex então, tinha a sensação que o banheiro ficava dentro do quarto (e ficava!!!). À tarde fizemos um city tour pela cidade. Fundada em 1230 às margens do rio Spree, Berlin já foi capital do Brandenburg (1486), da Prússia (1701), e da Alemanha (1871-1945). Depois da vitória dos aliados na segunda guerra mundial, a cidade foi dividida em quatros setores de ocupação até 1949: Berlin Ocidental, governada por americanos, ingleses e franceses e Berlin Oriental, administrada pelo setor soviético. Em 1961 a parte oriental construiu o muro de Berlin para impedir a imigração da população para o lado ocidental. O muro foi destruído em 1989, reunificando a cidade que voltou a ser a capital da Alemanha em 1991. Berlin é a cidade mais populosa da Alemanha com cerca de 3,8 milhões de habitantes. Vale lembrar que o país tem aproximadamente 82 milhões de habitantes sendo que 7,3 milhões não são de origem alemã. Os turcos são a maioria dessa minoria de estrangeiros com 1,9 milhões de pessoas. Estimasse que só em Berlin haja mais de 250 mil turcos e descendentes. O city tour em si foi horrível porque a guia ficava gaguejando toda hora e não sabia muito bem o que dizer mas ela deu uma passada pelos principais atrativos da cidade. Não vou lembrar de todos mas estarei listando os principais. Começamos a visita pela Karl Marx Strasse, bairro judeu, Route Rathaus, Muro de Berlin, US Check Point, Zoologischer Garten (Jardim Zoológico), que é o maior e mais rico em espécies da Europa, a Kurfürstendamm, conhecida como Kudamm, Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche, Potsdamerplatz, Friedrichstrasse, Gendarmenmarktplatz e Brandenburg Tor. Voltamos ao hotel e resolvi ir até a Galeria Lafayette que é a única filial francesa fora da França. Lá foi sem dúvida onde encontrei os homens mais bonitos de toda a viagem. Cheguei a perder o fôlego! Se bem que o homem mais bonito da Alemanha mora em Frankfurt!  De lá, percorri a Unter den Linden a pé até a Coluna da Vitória, passando pelo Brandenburg Tor, Reichstag, Castelo de Bellevue e Coluna da Vitória. Na volta, já estava muito cansada e resolvi pegar um metrô até o hotel, mas pela primeira vez na minha vida, consegui pegar o trem errado e fui parar na Potsdamer Platz. Por um lado, conheci a praça à noite com seus lindos jogos de luzes idealizados pela empresa Sony, por outro estava com medo de ficar em um lugar longe àquela hora da noite. Peguei um táxi e voltei para o hotel.

9º Dia

Hoje tínhamos o dia livre em Berlin para fazer o que quiser. Então, tentei acordar um pouco mais tarde (09h00), tomei um banho congelante (não tinha água quente no meu quarto! Mas a água estava tão gelada que doía a cabeça quando eu lavava o cabelo), tomei o café com muita calma, coisa que só havia feito em Heidelberg com o Tommy porque estava sempre atrasada para os passeios da excursão e fui andar pela cidade. Hoje foi sem dúvida o dia que mais andei. Saí do hotel às 10h30 e só retornei às 21h. Saí da Alexanderplatz e andei pela Unter Den Linden em direção a Berliner Dom (Catedral de Berlin). Construída de 1894 a 1905, é a maior igreja protestante da Alemanha. O edifício está situado na ilha Spree e foi reconstruída desde os bombardeamentos na 1ª Guerra Mundial. Ela é uma igreja magnífica!!! Estava um dia ensolarado, mas com um vento muito gelado. Passei pela Ilha dos Museus e entrei no Altes Museum e Pergamonmuseum. No Altes Museum  fui conhecer a sessão egípcia que deixou muito a desejar. A peça mais conhecida do museu é o busto de Nefertiti que é lindo, mas para quem conhece a Seção Egípcia do Museu do Louvre, o de Berlin fica no chinelo. Já o Pergamonmuseum era mais do que eu esperava. Eles têm fachadas completas de palácios árabes, babilônios e o Templo de Pergamon. Além de objetos gregos, árabes e babilônios. Na ilha dos museus minha máquina começou a falhar e comecei a fazer várias gambiarras para conseguir tirar fotos destes lugares. Comprei até pilha nova, mas não consegui resolver o problema. Ainda percorrendo a Unter Den Linden, passei pela Universidade de Humboldt, Ópera de Berlin, Embaixada Russa e outros palacetes dos sécs. XVIII e XIX.. Cheguei até o Museu de Cera da Madame Tussauds que fica perto do Brandenburg Tor, mas a fila estava muito grande e acabei desistindo. Aí tive a brilhante, ou idiota ideia de ir até a Kurfürstendam Strasse a pé. Andei, andei, andei… Passei pela Potsdamerplatz e Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche. Percorri quase toda a Ku-Damm, vendo as lindas lojas internacionais, os hotéis de luxo, alguns de vanguarda e outros muito tracionais e os cafés. Só não foi mais legal porque era Domingo e as lojas estavam fechadas. Nesta hora também começou a fechar o tempo e choveu um pouco. Aproveitei para ir a Starbucks tomar um Tall Hot Chocolate. Ainda passei no Hard Rock Café e comprei uma linda caneca. Mais uma para minha coleção! Cheguei ao hotel super tarde e ainda tive pique para ir até o Mc Donald´s buscar meu jantar.

10º Dia

Hoje é meu último dia em Berlin e como meu voo estava marcado para às 13h35, queria ter aproveitado um pouco mais a manhã na cidade, mas como nosso transfer acabou sendo marcado para às 09h00, minha alegria acabou rapidinho. Na verdade o que acabou com minha alegria mesmo foi ter tomado banho na água fria, DE NOVO! Dessa vez chamei o cara da manutenção para arrumar meu chuveiro, mas depois de uma hora, ele ainda não tinha achado solução. Como estava atrasada, tive que tomar mais um banho congelante. Logo que terminei o banho, a moça da recepção me ligou pedindo mil desculpas pelo ocorrido e me oferecendo um novo quarto para que eu pudesse tomar banho. P… da vida, fui grosseira com a moça mas depois tive uma dor enorme na consciência já que eu estive por muitas vezes na mesma situação que ela. Enfim, fomos para o aeroporto e ficamos por horas esperando nosso voo. Hoje estava um dia feio. Muito vento e chuva! Cheguei a München às 15h e o Tommy já estava me esperando lá com uma plaquinha de identificação. Muito fofo! Fomos para o hotel deixar as malas. Aliás, esse hotel que eu reservei pela net (Motel One) era bem legal e não muito caro. De lá fomos para o Marienplatz. Passeamos pelo centro, fomos comprar meu ursinho da Hard Rock Café e no final da tarde retornamos ao hotel.

11º Dia

Acordei cedo e fui ao Residenz. Situado no centro da cidade, foi a residência oficial dos duques e reis da Baviera. É o maior palácio urbano da Alemanha e possui mais de 100 quartos abertos à visitação.  Além de mostrar os lindos cômodos  do palácio, que ressaltam os vários estilos arquitetônicos, o local também tem exposições das coroas, joias e artigos religiosos dos primeiros reis da Bavária. A visita valeu. O lugar é maravilhoso! De lá, almoçamos em uma churrascaria alemã. A minha carne em particular não estava grande coisa, mas o waffle que comi de sobremesa, humm, divino! Dá água na boca só de lembrar! Buscamos nossas malas no hotel e voltamos ao aeroporto onde ia pegar meu voo de retorno a Curitiba. Depois de quase 28 horas em trânsito cheguei em casa cansada mas com planos de voltar em uma outra oportunidade. De uma forma geral posso dizer que fiz uma ótima viagem. É diferente do que havia imaginado, mas não menos encantador.

O país, de uma maneira geral, é muito limpo e organizado. Uma das minhas surpresas foi ver que a Alemanha é mais agrária do que eu imaginava. Além disso, as pessoas se preocupam demais com fontes limpas de energia. Havia muitos cata ventos na estrada o que mostra que eles têm utilizado a energia eólia e também muitos painéis solares nas casas. Há muitos parques e florestas no país e as pessoas valorizam pequenas coisas como andar de bicicleta ou fazer um piquenique no parque. As casas alemãs são muito bem cuidadas, mas as pessoas nem sempre muito simpáticas. Conheci pessoas muito acessíveis. Algumas delas faziam questão de conversar conosco, mas de uma forma geral percebi que os alemães tinham um pouco de receio de conversar com um estrangeiro falando inglês, mesmo porque muitos deles davam a entender que não entendiam o que estávamos falando. De qualquer forma a viagem foi bem legal. É mais um tesouro que vai ficar para sempre guardado na minha memória e no meu coração.